[ Dicas ]
Dicas para quem deseja fazer um vídeo e publicá-lo na internet
Um pequeno roteiro para que você realize suas produções e as torne disponíveis para que milhares de internautas possam ver também.
Alguns sites oferecem upload feito direto do seu celular. Isso pode ser bem útil, principalmente caso você tenha feito seu vídeo na câmera do telefone. Você acessa a internet pelo celular e entra na URL http://m.youtube.com/ no caso do YouTube. Mas você precisa criar um perfil específico para telefone móvel.
Codecs
Um ator muito importante ao longo dessas etapas são os codecs. Usados para compactar e descompactar arquivos de áudio e vídeo, eles podem gerar incompatibilidade com algum software de edição ou tocador que for usar, caso você não tenha baixado e instalado algum codec específico. Para prevenir ou mesmo tentar resolver esse problema, baixe o K-Lite, um software que permite decodificar e assistir quase qualquer vídeo.
Ao capturarmos um vídeo para o computador, podemos fazê-lo em basicamente dois formatos principais: .AVI e . MPG. O primeiro formato utiliza o codec DV Standard e é um codec do tipo ‘sem perda’ – o que significa que o descarregamento do material no PC não implica em queda de qualidade. Assim, é mantida a taxa de bits original de cerca de 25 megabytes por segundo (Mbps) no arquivo .AVI, pois não há compactação de informação.
O segundo formato, .MPG, usa o codec mpeg-2. Neste caso, pode-se dizer que há, sim, perda de qualidade, pois o arquivo é compactado. Sua taxa de bits se reduz a aproximadamente 6 Mbps.
Qual a melhor opção? Cada um tem vantagens e desvantagens. O MPG ocupa menos espaço em disco por um lado e possui menos qualidade por outro. O AVI precisa de mais MB no HD, mas oferece mais qualidade de vídeo. E, ao contrário do que se pode pensar, é o MPG que exige mais do processador para ser gerenciado. Isso porque ele se encontra em estado compacto para ter um tamanho de arquivo menor. Ou seja, um vídeo de 5 minutos, por exemplo, em formato AVI se distribui por uma quantidade muito maior de bytes do que um MPG, concentrado em menos bytes. E isso faz diferença na hora do processador trabalhar.
Emerson Jordão, da Pinnacle, recomenda: “é sempre melhor percorrer o caminho do maior arquivo para o menor”. Ele diz que, para captura, é melhor dar prioridade ao formato com mais qualidade, pois depois disso, caso haja necessidade, é só diminuir a taxa de bits do vídeo. Já o processo inverso não é possível: se descarregamos um material em formato MPG não é mais possível retornar ao estado original.
Seja como for, no final das contas, se a idéia for mesmo disponibilizar seu filme num site de hospedagem, o formato não vai fazer tanta diferença. Essas páginas recebem o vídeo fornecido e logo em seguida fazem uma conversão automática para um formato com qualidade padrão – baixo, diga-se de passagem, afinal estamos falando de conexão web para acessar conteúdo que envolvem eventualmente mais de 100 MB.
Download do vídeo
Se seus amigos gostaram muito do seu vídeo, eles podem até baixá-los para seus HDs a partir dos sites de hospodagem. PC World separou alguns bons programas que conseguem fazer esse serviço para você.
My YouTube Converter: Baixe vídeos do YouTube e converta o arquivo
VDownloader 0.7: Achou um vídeo legal na web? Então salve ele em seu computador.
Ashampoo ClipFinder: faz uma varredura do filme desejado em vários sites de vídeo diferentes, inclusive no YouTube
Free Video Downloader: Baixe vídeos curtos do YouTube, Google Video entre outros
TubeMe: Salve os vídeos do Youtube com essa inteligente ferramenta
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