[ Dicas ]
Descubra quando e como fazer para migrar para Windows Server 2008
Construído com o mesmo kernel usado pelo Vista, o novo sistema operacional traz inovações importantes. Veja como fazer o upgrade.
Foram necessários cinco longos anos e diversos adiamentos para que o mercado de servidores pudesse colocar as mãos na nova versão do sistema operacional da Microsoft desenhado para este segmento. Lançado no final de fevereiro, o Windows Server 2008 (WS2008) vem para substituir o Windows Server 2003.
A plataforma tem como código-base o Windows NT 6.0, que também é utilizado no Vista. Em outras palavras, usuários desta nova versão do sistema operacional vão poder contar com muito da segurança e de diversos recursos do Vista.
Neste Blue Print, você vai saber o que é necessário para fazer a migração de um servidor que esteja rodando a versão anterior do sistema.
Por conta da origem, nada mais natural do que encontrar algumas semelhanças com o Windows Vista, desde a primeira tela. Mas também é muito fácil constatar que o novo sistema operacional para servidores da Microsoft traz muitas novidades.
A diferença mais importante, talvez, está relacionada ao desempenho. A instalação padrão é muito leve. Alguns serviços, que no 2003 eram instalados por padrão, agora são opcionais. O resultado é um sistema mais robusto, ágil e confiável.
Toda nova versão de um software costuma empacotar uma variedade de melhorias e inovações, seja para resolver problemas da versão anterior, seja para tornar a vida dos administradores de rede mais produtiva.
Isso não é diferente com o Windows Server 2008, que inclui uma vasta gama de funcionalidades importantes, das quais vale a pena destacar:
Terminal Server (TS)
Os serviços de terminal do WS2008 agora vêm com recursos avançados que só podiam ser encontrados no MetaFrame, da Citrix. O uso de impressoras no TS, que sempre foi problemático, agora está muito melhorado.
O TS também possibilita o acesso a aplicações no servidor por meio do browser, a partir do recurso RemoteApp; assim, os usuários podem rodar as aplicações que estejam disponíveis para ele, seja na web ou na intranet, tão facilmente quanto se estivessem em seu próprio desktop, e tudo com segurança, por meio do protocolo protegido por criptografia (https) e sem a necessidade de uma rede privada virtual (VPN).
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