[ Dicas ]
Por cerca de 5 dólares por mês, fornecedores de redes privativas virtuais (do inglês, VPN) como Relakks e SecureIX podem evitar que seu provedor identifique o tráfego de torrent e P2P.
A SecureIX, por exemplo, promete que seu produto "desabilitará problemas com P2P" e oferece uma versão gratuita para conexões com até 256 Kbps.
Os provedores, no entanto, estão ficando mais espertos quanto às técnicas usadas. Alguns, inclusive, chegam ao extremo de bloquear qualquer aplicação que pareça usar tráfego torrent. Caso isto aconteça contigo, ou você deve trocar de provedor ou testar um novo software torrent.
Se você espera que órgãos de regulamentação como a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), corram atrás do traffic shaping, em curto prazo, é bom não criar muitas expectativas. Ainda assim, há novidades tecnológicas que podem facilitar nos próximos anos o uso de aplicações torrent.
Nos EUA, entidades como a Electronic Frontier Foundation pediram que a Comissão Federal de Comunicações (FCC) investigasse os casos trazidos pelos usuários, mas admitem que não pretendem adotar uma nova regulamentação para forçar provedores a desistir de qualquer prática que atrapalhe o tráfego alheio.
No Brasil, o problema está na Justiça brasileira, com processos iniciados há mais de seis anos e parados por falta de averiguação técnica.
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