[ Dicas ]
Para quem costuma ouvir música utilizando dispositivos portáteis de áudio se movimentando por aí, as taxas de compressão mais altas, como a utilizada nos arquivos MP3, não costumam gerar reclamação quanto à qualidade sonora – e o resultado é plenamente aceitável.
Contudo, ouvir esses mesmos arquivos de áudio em um equipamento de alta fidelidade chega a ser uma afronta a quem conhece um pouco mais de música. Nesse caso, quanto mais qualidade se puder obter, melhor.
Esta é a razão pela qual jamais gastei muito dinheiro com a loja do iTunes ou em qualquer outro serviço de vendas online de música. Eles forçam o comprador a aceitar o esquema de DRM e você é obrigado a engolir a música no formato de compressão que eles quiserem entregar.
Tudo bem que os arquivos de 128 quilobits por segundo (kbps) usados nos arquivos AAC da Apple soam melhor dos que MP3 com a mesma taxa de compressão. Ainda assim, não possuem a mesma qualidade de um CD.
Mas não me interpretem mal: sou fã de música online; gosto muito, por exemplo, do Rhapsody, serviço de música online pelo qual se paga 10 dólares por mês para ouvir qualquer música do acervo – que é enorme. Mas quando o assunto é comprar música, eu continuo preferindo comprar CDs. Eles me dão o privilégio de poder escolher a qualidade de meus ‘rips’, geralmente não há DRM, e os CDs são como um backup do mundo real.
Compartilhe:
- DEL.ICIO.US
- GOOGLE BOOKMARKS
- TECHNORATI
- NETVIBES
- DIGG
Dicas MAIS RECENTES
Dicas MAIS LIDAS
Mas que perdas seriam essas?
Se for perdas aceitáveis ainda é melhor do que perder espaço em kb para o FLAC.
Saudações!!!
Nossa se mate, além de tudo que essa frescura toda de querer ter acervo em um formato e o MESMO acervo em outro formato, nossa q falta de ter o que fazer...
Publicidade




