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Olimpíadas: vídeos contam parte da história dos jogos pelo mundo

Nando Rodrigues, editor da PC World
08-08-2008

Glória e superação marcam a vida dos atletas. Mas não é só isso. Esta seleção ilustra fatos importantes dos jogos modernos.

you_olympic_150Por intermédio da web, quem está longe de um aparelho de TV poderá acompanhar os Jogos Olímpicos de Pequim sem problemas e em tempo real – na América Latina, por exemplo, este serviço será oferecido com exclusividade pelo portal Terra. Mas a internet nos brinda, também, com a possibilidade de ver (ou rever) personalidades e momentos olímpicos que fizeram história.

Fizemos uma busca na rede mundial em busca de vídeos que contassem um pouco da história das Olimpíadas e descobrimos coisas interessantes do esporte nacional e mundial e também fatos que ultrapassam a arena dos jogos.

A oferta de vídeos é enorme, mas sua organização um tanto caótica. A baixa presença de vídeos que mostrem a participação do Brasil em Olimpíadas é lamentável. Quem sabe, a partir de Pequim 2008 e com as facilidades que a internet oferece, detentores de imagens históricas decidam compartilhá-las com um número maior de fãs do esporte.

Se você tem alguma sugestão bacana ou encontrou algum vídeo olímpico que valha a pena, escreva para nós (pcworld@nowdigital.com.br) para que essa coletânea possa se tornar ainda mais completa.

Até o início dos anos 1950, pouco material gravado está disponível. Por essa razão, concentramos nossa pesquisa a partir dos jogos de Helsinque, de 1952. Veja o que encontramos:

1952 – Helsinque
Não localizamos imagens em vídeo da vitória do brasileiro Adhemar Ferreira da Silva na prova de salto triplo. Peão de fábrica, ele trabalhava de dia e estudava à noite, reservando o horário do almoço para seus treinos.

Quatro anos antes, em Londres, já participara dos jogos, mas foi em Helsinque que ele se consagraria e daria origem a uma tradição: a volta olímpica. Segundo contam, fez isso para agradecer à platéia que o ovacionava. Em Melboure (1956), ganharia o ouro novamente, sagrando-se o primeiro bi-campeão olímpico brasileiro. Neste vídeo (clique aqui para ver), que faz parte do  projeto A Cor da Cultura, quem conta a história é outro atleta, Robson Caetano.

O fundista Emil Zatopek, da antiga Tchecoslováquia, é recebido por uma multidão que grita seu nome no final da prova mais nobre das Olimpíadas – a maratona – e não só pelo fato de ser o vencedor da prova, em 3 de agosto. Zatopek era o primeiro atleta da História a ganhar o outro também nos 10 mil metros (em 20 de julho) e nos 5 mil metros (em 24 de julho).



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