[ Dicas ]
Conheça as diferenças entre os diversos tipos de mídias graváveis
Em parte evolução natural da tecnologia, os diversos tipos de mídias devem ser usados para o que foram criadas: guardar dados.
CD-R, DVD+R, RW, Blu-ray... você reconhece os nomes referentes às mídias em discos ópticos? Sabe para quê cada uma delas é mais apropriada? E suas capacidades?
Todas elas, de uma maneira geral, servem para backup (gravação de dados), mas cada mídia se dá melhor em algumas situações e, claro, apresentam algumas peculiaridades. Vamos a elas.
CD
Como muita gente sabe, é a sigla para Compact Disc. Esse tipo de mídia armazena até 700 MB de dados, ou 80 minutos de música. Assim, é indicado para a gravação de arquivos de áudio, no formato wav, que pode ser reproduzidos por qualquer aparelho de som. É possível também usar o formato mp3, até 10 vezes menor, mas você precisa checar se seu player (do carro ou mesmo da sala de casa) é capaz de reproduzir esse formato de arquivo.
CDs não são indicados para gravação de vídeo, pois sua capacidade de armazenamento não é apropriada para isso. Para que um filme caiba em um Compact Disc, ele teria que perder muita qualidade na sua resolução, sendo exibido em uma tela muito pequena.
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Os CDs-RW são os chamados regraváveis. Isso porque têm a capacidade de, após gravados, serem apagados e novamente preenchidos com outros dados. Mas isso tem um limite: em média, cada CD-RW agüenta mil ciclos de regravação.
Os mini-CDs são uma alternativa para quem acha muito os 12 centímetros de diâmetro do CD convencional. Com apenas 8 cm, essa mídias oferecem menos capacidade de armazenamento: 200 MB.
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