[ Dicas ]
A seguradora Porto Seguro lançou uma campanha para recolher cartões magnéticos, pilhas e baterias inutilizados.
A iniciativa disponibiliza minicoletores para os usuários levaram para casa com orientações sobre como descartar corretamente cada um dos materiais (por exemplo, a necessidade de picotar os cartões para garantir o sigilo dos dados).
Quem aderir à ideia deve levar seu minirecipiente cheio às sucursais de coleta da Porto Seguro (por enquanto apenas Grande São Paulo e interior do Estado integram o projeto).
A ideia é que, a partir dos itens que compõem os cartões magnéticos, sejam retirados elementos para fabricação de plásticos, cimento e pavimentação. Já os metais pesados que compõem as pilhas e baterias devem ser separados e reutilizados na produção de materiais refratários e cerâmicos.
Riscos
Cartões magnéticos, pilhas e baterias, quando descartados de forma indevida são altamente prejudiciais ao meio ambiente.
O plástico usado na fabricação dos cartões leva cerca de 450 anos para se decompor, além de trazerem outros componentes não biodegradáveis, como chips, tintas e tarjas magnéticas.
No caso das pilhas e baterias, o principal problema é a presença de metais pesados como mercúrio, chumbo, cádmio, níquel, entre outros. Esses elementos são altamente tóxicos e causam danos ao solo, águas, fauna e flora.
No ano passado, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (ABECS), 514 milhões de cartões magnéticos circulavam no Brasil.
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