Estudo realizado pela Computer Economics inclui custos para análise e desinfecção dos PCs, além da perda de produtividade
Estudo realizado pela Computer Economics inclui custos para análise e desinfecção dos PCs, além da perda de produtividade
Pragas virtuais geram dor de cabeça e muitos prejuízos. Mas qual é o tamanho da conta? A consultoria Computer Economics fez os cálculos. Segundo seu estudo, intitulado 2007 Malware Report: The Economic Impact of Viruses, Spyware, Adware, Botnets and Other Malicious Code, essas ameaças da internet geraram prejuízos de 13,3 bilhões de dólares às empresas em todo o mundo, no último ano.
Para chegar a esse valor, a consultoria leva em consideração itens como gastos com análise, “limpeza” das máquinas contaminadas, perda de produtividade dos usuários e queda de receita gerada por sistemas indisponíveis, entre outros problemas gerados pelas ameaças virtuais. Vale lembrar que esse número não inclui as despesas geradas pela prevenção aos ataques, como software ou hardware de proteção.
Apesar de assustador, o número reforça uma tendência de queda nos prejuízos diretos. Nas edições dos dois anos anteriores, os valores foram de 14,2 bilhões e 17,5 bilhões. Segundo a Computer Economics, isso se deve ao fato de que as ferramentas de proteção têm sido mais utilizadas, e à mudança no objetivo dos ataques. Ao invés de querer gerar o maior volume de dano, os criadores de ameaças virtuais agora buscam uma ação discreta, mas lucrativa.
Como a pesquisa, feita com profissionais e TI e gerentes de segurança de empresas, não inclui os gastos secundários, um golpe de phishing scam, por exemplo, gera um custo baixo para a remoção e com perda de produtividade. Mas se ele rouba uma senha, o prejuízo que ele causa pode ser muito grande (valor que não faz parte do levantamento). Ou seja, o prejuízo real é bem maior do que os 13,3 bilhões estimados...
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