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Como em todos os games de Will Wright, Spore é imenso em todos os sentidos da palavra – no escopo, na sua ambição e em sua duração o jogo tenta e, na maior parte, consegue atingir suas ousadas metas. É um título incrivelmente inovador que tenta recriar a vida do seu início infantil até o final. E, como a própria vida, não é exatamente perfeito. Tem alguns problemas que evitam de cumprir por completo seu vasto potencial, mas é um dos games mais originais e interessantes deste ano e dos últimos tempos.
O que importa: Spore é um ótimo jogo com algumas pequenas falhas e mecânica de jogabilidade que não vai atrair a todos. Mas há muito o que explorar no game e, se gosta deste tipo especial de jogabilidade aberta, com certeza vai se divertir.
Há muito tempo a vida no planeta Thoria surgiu da meleca primordial. Nos anos seguintes, uma civilização de répteis carnívoros de quatro patas – criados cuidadosamente no esquema da evolução sob minha supervisão – dominou o planeta; eles até conseguiram sair do planeta, encontrando espécies alienígenas em estrelas ao redor do meu lar original. Logo, eu espero levar minhas criações ao centro da galáxia.
Essa foi a minha primeira experiência com o Spore, assim que eu levei as criaturas da lama para as estrelas e para a galáxia infinita. Mas a melhor parte é que, em breve, você pode encontrar meus conquistadores em seu próprio Spore e conhecer sua ira, graças à parte multiplayer do jogo. Criar a vida digital é uma coisa, mas perdê-la mundo afora para vê-la prosperar e multiplicar é outra coisa.
A jogabilidade de Spore é difícil de descrever resumidamente. Você cria vida em cinco fases distintas de desenvolvimento – célula, criatura, tribo, civilização e espaço. Cada fase tem suas próprias metas que precisam ser cumpridas antes que sua espécie consiga evoluir e seguir em busca de coisas melhores e maiores.
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