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Outro ponto importante da série Max Payne é que ela expandiu fronteiras. Por se completamente localizado, com dublagens, textos e manuais completos em português, atingiu um grande número de fãs.
Mesmo com interpretações e dublagens pobres, conseguiu criar bordões que ecoam na cabeça dos aficionados como “é o Max”, que era o alerta básico dos vilões no primeiro game da série.
Ou ainda, quando um sujeiro com cara de durão chega em um bar, vestindo jaqueta de couro e tons escuros, algum amigo seu fala algo do tipo “olha ali o Max Payne”.
O filme, que chega às telas brasileiras nesta sexta, parece ter absorvido esse espírito do game. Mais parecido com o Max Payne 2, o filme apresenta o policial Max e uma “parceira”. O ator escolhido para representar o policial durão é Mark Wahlberg.
Assim como no game, o filme explora a morte da família de Max, o que gera conflitos internos e pesadelos tenebrosos. Apesar de vários elementos do game estarem representados em grande estilo nas telonas, a diferença e “mix” na história pode chatear os fãs mais empolgados, como ocorrido em Silent Hill.
No cinema Max investiga a morte de Natasha, representada pela Bond Girl de Quantun of Solace, Olga Kurylenko. Conforme as investigações vão revelando pistas, Max descobre o envolvimento da morte com uma misteriosa droga (que no game é a V) e a máfia.
Apesar de algumas críticas afirmarem que o filme “deixa a desejar”, vale um ingresso para os fãs da série, para quem sabe, observar se os gamers terão um primeiro “bom filme” baseado em um bom jogo, ao contrário dos desastres que matam a imagem de ótimos títulos nas telonas.
Confira abaixo o trailer do filme e do primeiro game (em inglês).
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