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Estudo aponta que 88% das pragas no período participam de crimes digitais, com cavalos-de-tróia responsáveis por 54,4% dos ataques
Levantamento da empresa de segurança Panda Software afirma que 88% das pragas detectadas durante o segundo trimestre do ano tinham relação direta com crimes digitais.
O estudo confirma a tendência na participação cada vez maior de cavalos-de-tróia, spywares e bots entre as pragas detectadas, como indicativo do perfil dos hackers que formulam ataques, voltados para o lucro financeiros.
Cavalos-de-tróia aparecem como líderes entre as novas pragas, responsáveis por 54,4% dos malwares registrados no período. A cifra representa um leve aumento em comparação a média de 50% das pragas divulgada pela Panda para o primeiro semestre do ano.
Redes de PCs zumbis aparecem na segunda posição, com 16%, seguidas por backdoors, com participação de 12,1%, e worms, responsáveis por 4,9% dos malwares.
O levantamento da Panda ainda chama atenção para outras ameaças de segurança descobertas entre abril e junho. Entre phishing, a companhia alerta para novos métodos de infecção, como a exploração da rede social MySpace e a crescente presença de línguas que não o inglês em e-mails maliciosos.
A "crescente onda de pragas que seqüestram arquivos em busca de recompensas", chamados de ransowares, contou com 3 novos casos no período, o que, segundo a Panda, merece cuidados do usuário, como backups esporádicos e maior atenção no tratamento com possíveis pragas.
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