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Spyware é o mal que mais afeta companhias no Brasil, diz estudo

Por Luiza Dalmazo, repórter do Computerworld
20-09-2006

Apesar de confiarem nos anti-spyware, 60% dos entrevistados em estudo da Websense admitiram ter sido infectados por spyware

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Apesar de confiarem nos anti-spyware, 60% dos entrevistados em estudo da Websense admitiram ter sido infectados por spyware

“O sentimento de falta de proteção persiste”, acredita o diretor sênior de vendas da Websense para a América Latina e Caribe, Adauto de Mello Junior. A conclusão vem depois da divulgação do estudo anual encomendado pela empresa, que avalia as principais tendências em segurança corporativa e hábitos de navegação na web dos funcionários, o Web@Work.

Apesar de o estudo mostrar que 82% dos entrevistados no Brasil confiam em suas medidas anti-spyware e que 92% acreditam na segurança dos antivírus, 60% das empresas admitem que algumas estações de trabalho foram infectadas por spyware e que 30% forma atingidas por algum vírus da web.

Em comparação com a América Latina, o México (32%) e o Chile (30%) também dizem que definitivamente seus funcionários visitaram sites de internet que continham spyware no trabalho ou em algum dispositivo portátil, contra 12% no Brasil.

Sobre phishing, 10% dos funcionários entrevistados no Brasil relatam que foram ou podem ter sido vítimas de ataques.Além disso, 6% dos empregados brasileiros confessam que provavelmente forneceram dados confidenciais, pessoais ou financeiros, como senhas e números de documentos em resultado de ataques de phishing.

Outro curioso dado levantado é que 37% dos funcionários na América Latina se sentem mais seguros para realizar transações financeiras em seus computadores domésticos do que nos equipamentos da companhia, contra 29% que preferem os PCs corporativos. No Brasil, 44% das pessoas entrevistadas confiam mais em seus computadores de casa, número superior aos 30% que acreditam mais na segurança dos PCs corporativos.


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