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Pocket ACE permite levar programa de virtualização de um computador para outro, por meio de um disco rígido portátil ou iPod
A líder em software de virtualização VMware está testando um programa de virtualização que pode ser armazenado em um drive USB e levado de um computador para outro.
A VMware está lançando nesta segunda-feira (05/03) um beta público do ACE 2 Enterprise Edition, uma atualização do programa de virtualização para desktops ACE que tem dois anos e permite rodar múltiplos softwares ou sistemas operacionais na mesma máquina.
Um dos novos recursos é o Pocket ACE, que permite ao usuário guardar a ferramenta de virtualização ACE em um drive USB (universal serial bus) – como um disco rígido portátil ou um iPod, da Apple -, ligá-lo no computador e rodar o software de virtualização naquele computador.
O Pocket ACE é voltado a usuários que não queiram levar um laptop quando trabalham remotamente, mas sim utilizar um desktop disponível em qualquer local, rodando a plataforma de virtualização a empresa a partir do USB, disse Jerry Chen, diretor de plataformas e soluções para desktop da VMware.
A nova versão do ACE traz ainda do VMware ACE Management Server, que dá ao administrador do sistema controle sobre o programa de virtualização que roda nos desktops. Ele pode controlar acesso, segurança, configurações e atualizações a partir de um único console.
Computadores rodando o VMware ACE podem rodar o ambiente virtual junto com qualquer outro sistema operacional instalado na máquina. O administrador também pode estabelecer um prazo para permitir o uso daquela estação virtual, o que é útil na contratação de profissionais terceirizados para projetos com prazo para terminar.
O uso da virtualização é mais comum no ambiente de servidores, onde as máquinas rodam vários ambientes simultaneamente. Apesar de ser uma conseqüência lógica, a adoção da tecnologia nos desktops é mais limitada, segundo Charles King, analista da Pund-IT.
O analista destaca, contudo, a vantagem da virtualização no desktop: “A medida que os trabalhadores móveis e remotos se tornam mais comuns, ela dá ao funcionário uma grande flexibilidade”, avalia.
*Robert Mullins é editor do IDG News Service, em São Francisco.
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