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Informática puxa crescimento da produção industrial em janeiro

Por Redação do Computerworld
06-03-2007

Embora tenha recuado 0,3% em relação a dezembro, a produção industrial de janeiro apresentou crescimento de 4,5% em um ano

Embora tenha recuado 0,3% em relação a dezembro, a produção industrial de janeiro apresentou crescimento de 4,5% em um ano

Embora tenha recuado 0,3% na comparação com dezembro, a produção industrial de janeiro apresentou crescimento de 4,5% sobre o mesmo mês de 2006, impulsionada especialmente pela categoria de equipamentos de informática, revelou nesta terça-feira (06/03) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o balanço, a divisão de máquinas para escritório e equipamentos de informática teve sua produção elevada em 39,7%, um dos maiores índices de crescimento entre as 27 categorias verificadas. Também cresceram máquinas e equipamentos (18,1%), veículos automotores (7,8%), alimentos (5,5%), metalurgia básica (7,6%) e bebidas (13,1%).

Das 27 atividades avaliadas, 9 registraram desaceleração na produção, como refino de petróleo e produção de álcool (-5,6%) e material eletrônico e equipamentos de comunicação (-13,4%). Segundo o IBGE, televisores contribuíram para a queda na categoria material eletrônico.

Ainda no confronto com o mês de janeiro de 2006, a categoria de bens de capital liderou o crescimento, com 18,1%, acima da média da indústria geral (4,5%). A produção de bens de consumo duráveis cresceu 4,7%, apesar do impacto negativo da linha marrom (- 30,1%). No entanto, os crescimentos de linha branca (15,4%), automóveis (1%) e celulares (1,1%) contribuíram para o resultado.

O segmento de bens intermediários apresentou elevação de 3,2% e os de consumo semi e não-duráveis avançou 2,6%. O crescimento de 4,5% da indústria geral superou o índice do quarto trimestre de 2006, que havia registrado elevação de 3,2%.

A redução verificada no mês de janeiro em comparação com dezembro passado sugere uma acomodação no ritmo de atividade, assinala o IBGE. No entanto, o ligeiro declínio – após três meses de taxas positivas – mão alterou a trajetória do índice de média móvel trimestral que se mantém ascendente entre janeiro e dezembro (+0,2%).


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