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Propaganda online é usada para esconder malwares, indica estudo

Por Redação do Computerworld
26-03-2007

Análise com 10 milhões de endereços aponta que mais de 80% dos anúncios online são usados para camuflar malwares, segundo Finjan

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Análise com 10 milhões de endereços aponta que mais de 80% dos anúncios online são usados para camuflar malwares, segundo Finjan

Anúncios online hospedam mais de 80% de todas as amostras de códigos maliciosos, alertaram pesquisadores de segurança online.

Análise com mais de 10 milhões de URLs únicas, baseada no tráfego em tempo real registrado no Reino Unido pela consultoria Finjan, descobriu que crackers estão se focando cada vez mais nas propagandas online.

Crackers descobriram que a complexa estrutura de relações corporativas envolvidas nos anúncios online torna relativamente mais fácil injetar conteúdo malicioso em propagandas legítimas reproduzidas em sites, afirmou o mais recente alerta de segurança da Finjans.

Códigos maliciosos podem ser acessados tanto por sites comerciais legítimos como por endereços forjados por crackers, como os que têm conteúdo adulto ou downloads ilegais, alertou a Finjan.

O relatório  tabém destaca uma evolução constante na complexidade dos ataques, particularmente o aumento no uso de técnicas randômicas para espalhar pragas. Mais de 80% dos malwares detectados pela Finjan se escondiam desta maneira, tornando virtualmente impossível a detecção por comparação de padrões feita por antivírus.

O estudo também revelou uma nova tendência entre crackers de integrar malwares a página de serviços de tradução automática, como os oferecidos por sistemas de buscas.

Peter Christy, analista-chefe do Internet Research Group afirma que, "no passado, ataques eram dominados por worms e vírus bolados para criar ataques grandes e muito chamativos".

"Cada vez mais, ataques modernos têm intenções criminosas, e crackers estão se tornando mais eficientes em esconder os ataques em categorias de sites respeitáveis para driblar defesas que já foram efetivas contra ataques anteriores", afirma o documento.


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