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Second Life estréia oficialmente no Brasil em 23 de abril

Por Guilherme Felitti, repórter do IDG Now!
05-04-2007

Rede ganha data final após atrasos divulgados pela Kaizen e parceiros, enquanto empresa invadem "ilhas brasileiras" não oficiais

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    Rede ganha data final após atrasos divulgados pela Kaizen e parceiros, enquanto empresa invadem "ilhas brasileiras" não oficiais

    A versão brasileira do Second Life, com o ambiente desenvolvido pela Kaizen com réplicas de pontos turísticos brasileiros e lojas nacionais, estará disponível para usuários a partir do dia 23 de abril.

    A data final foi confirmada pelo diretor de marketing do Second Life Brasil, Emiliano de Castro, e põe um ponto final nos diversos prazos estipulados anteriormente tanto pela Kaizen, responsável pela rede, como seus parceiros.

    O portal iG, responsável pela plataforma de lançamento do Second Life no Brasil, havia anunciado em dezembro que o serviço estaria disponível para usuários em janeiro.

    Em fevereiro, Maurílio Shintati, CEO da Kaizen, estimou que a rede social deveria entrar no ar na primeira semana de março, alegando que ainda havia acordos comerciais a serem fechados.

    Era esperado, na madrugada desta quinta-feira (05/04), que uma "ilha de treinamento" desenvolvida pela Kaizen para familiarizar usuários com as novidades que estarão na versão brasileira do Second Life, estivesse disponível, afirma Castro.

    Até o lançamento, os últimos detalhes financeiros sobre o Second Life Brasil deverão ser resolvidos, como a compra de Linden Dollars que a Kaizen fará para que usuários lucrem com a rede em moeda local.

    Segundo Castro, todas as transações financeiras na rede poderão ser feitas em real.

    O ambiente brasileiro da Kaizen terá cerca de 700 mil metros quadrados e poderá anexar outras ilhas criadas e geridas por brasileiros, como as ilhas Berrini, Itaim e Brasil, segundo ele.

    Por mais que o espaço oficial da Kaizen seja aberto na segunda metade de abril, diversas empresas nacionais já oferecem serviços e constroem prédios virtuais em outras ilhas para o público brasileiro.

    Além dos já conhecidos Cavalera, Performance CG, Gamenetx, MPK Brasil, Mídiadigital e PSDB, companhias como MixBrasil, Unibanco, 89 FM, Cyrella e Tecnisa já têm empreendimentos engatilhados para o mundo virtual.

    As duas últimas construtoras usarão a rede social para vender apartamentos na vida real - interessados poderão visitar uma versão virtual do imóvel e fechar o negócio real na rede social. 


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    1 comentário(s)
    Vale realmente a perda de tempo?
    Mesmo os usuários que não são versão trial, e tem poder aquisitivo, perdem horas e horas utilizando o ambiente do jogo, a troco de migalhas em forma de dinheiro virtual.
    Só a titulo de comparação, o que se investe numa ilha, cerca de 200 US$, equivalem a milhares de L$, porem a proporção para R$ está em 3:1
    Ou seja, para efetivamente ter-se lucro, é preciso ficar multi-milionário dentro do game, o que não se consegue ofereçendo produtos proprios, afinal, a unica coisa rentável é ter um cassino mesmo.
    Criei uma pagina pessoal com link direto de dentro do jogo, e mesmo sendo uma marca conhecidissima dentro do ambiente do game, tive apenas 30 e poucos acessos em cerca de 2 meses, um numero considerado ridiculo.
    Voce vai perder seu tempo no LSL?
    Claudio - 09 Abr 2007, 16h38
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