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Instituto de pesquisa afirma que setor atinge o pico em 2007, com US$ 279 milhões em faturamento, mas depois desaparecerá
O mercado de vendas ou aluguel de vídeos online, como feito pela loja do iTunes, da Apple, além da Microsoft e Wal-Mart, por exemplo, não tem futuro em médio prazo.
De acordo com a Forrester, apesar do pico do setor em 2007 – com 279 milhões de dólares em faturamento, alta significativa perante os 98 milhões de dólares registrados em 2006 – o segmento não vai ser baseado em vendas para o usuário.
A empresa defende que modelos de comercialização e anúncios serão a motivação do mercado de vídeos online.
O levantamento da Forrester identificou que apenas 9% dos adultos que estão online pagaram para baixar ou alugar um filme ou seriado televisivo.
Além disso, o estudo classificou esta taxa como pessoas viciadas nesse tipo de mídia, com disponibilidade de gastar pesadamente nesse tipo de conteúdo.
O relatório garante: “sem atingir a maioria de usuários, o mercado de vídeo para download não vai crescer rápido o suficiente para suportar a ambição das companhias envolvidas”.
O analista responsável pelo estudo, James McQuivey, afirma em nota de divulgação que o setor vai ser direcionado para um modelo baseado em anúncios.
“As redes de televisão e de cabo vão sair dos downloads pagos para streams suportados por anúncios nos quais se tem maior controle sobre os anúncios e sobre a audiência”.
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