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Mercado mundial de PCs supera 2 bilhões de unidades até 2015

Por Siobhan Chapman, para o Computerworld*
11-06-2007

Mercado de computadores pessoais deverá registrar um crescimento expressivo, especialmente nos mercados emergentes, diz Forrester Research

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Mercado de computadores pessoais deverá registrar um crescimento expressivo, especialmente nos mercados emergentes, diz Forrester Research

O mercado de computadores pessoais deverá registrar um crescimento expressivo, especialmente nos mercados emergentes,  com o volume de máquinas superando o marco de 2 bilhões de unidades até 2015, aponta nova pesquisa da Forrester Research.

De acordo com o levantamento, entre os anos de 2003 e 2015, a taxa de crescimento médio anual será de 12%. Com isso, a quantidade atingida no próximo ano será de 1 bilhão de máquinas. A explicação para a explosão nas vendas de computadores pessoais pode ser explicada principalmente pelos baixos preços e demanda crescente.

O estudo aponta que países como Brasil, Rússia, Índia e China serão responsáveis por mais de 775 milhões de novos PCs nos próximos oito anos. Mas o mercado de PCs poderá ficar menos previsível com o surgimento de novas vendas nesses diferentes mercados.

Ou seja, enquanto os fornecedores dos mercados maduros têm maior segurança em prever uma certa estabilidade nas vendas, nos países emergentes a tendência pode não ser semelhante.

“Vendedores não devem se dar ao luxo de apresentar novos produtos em uma pequena escala para testar o mercado antes de apresentar capacidade plena para satisfazê-los. Isso porque a economia vai forçar os fornecedores a apostar em grandes volumes, e será necessário correr o risco”, aponta o relatório.

Os ciclos de vida serão mais longos nos mercados emergentes, segundo Simon Yates, vice-presidente de pesquisas da Forrester.

“Os fabricantes, acostumados a mercados mais maduros onde a média do ciclo de vida está entre quatro e cinco anos precisarão ter um entendimento profundo sobre como trabalhar nesses mercados. Nesse sentido deverão concentrar menos esforços em um mercado de substituição de PCs. Eles precisarão trabalhar juntos para escalar a produção nessas regiões emergentes”, comenta.

*Siobhan Chapman é editora do Computerworld, em Londres.


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