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Estatísticas revelam que 32% dos jovens são ameaçados, tem arquivos encaminhados sem autorização ou boatos espalhados na rede
Aproximadamente um terço dos adolescentes norte-americanos (32%) já sofreu algum tipo de perturbação online (ciberbullying) revela a pesquisa The Parents & Teens 2006, conduzida pelo Princeton Survey Research Associates International. Os jovens mais suscetíveis a agressões são usuários ativos de redes sociais, que compartilham pensamentos e identidade online e as garotas.
As estatísticas revelam que 13% dos adolescentes já receberam mensagens ameaçadoras, 15% tiveram seus e-mails particulares encaminhados sem autorização prévia, 13% viram boatos sobre si serem espalhados na rede e 6% tiveram alguma foto pessoal constrangedora postada online sem permissão.
Contudo, 67% dos adolescentes revelaram sofrer mais ameaças offline do que online, sendo que 29% afirmaram pensar que seria mais fácil ser ameaçado offline.
Usuários de redes sociais online possuem maior tendência a sofrerem na rede: 39% deles já sofreram com algum tipo de intimidação online. Apenas 22% dos internautas que não utilizam sites como o MySpace, Facebook ou Orkut foram alvos ameaças.
As meninas apresentam maior probabilidade de sofrerem agressões online. Os dados revelam que 38% das garotas já passaram por alguma destas situações, enquanto apenas 26% dos meninos revelaram o mesmo.
As agressões online são a migração da crueldade que ocorre offline, conclui a pesquisa. Os adolescentes declararam que, contudo, a web apresenta maior facilidade e rapidez para espalhar boatos, insultos ou afins.
Com apoio do Pew Internet and American Life Project, a pesquisa envolveu entrevistas com 935 adolescentes de 12 a 17 anos, de novembro a outubro de 2006.
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