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Comércio eletrônico faturou 2,6 bilhões de dólares no primeiro semestre de 2007, impulsionado por 1 milhão de novos e-consumidores
As lojas virtuais brasileiras faturaram 2,6 bilhões de dólares no primeiro semestre de 2007, de acordo com dados da e-bit, que mapeia o comércio eletrônico no País. O montante exclui passagens aéreas, automóveis e sites de leilão.
O número representa um crescimento de 49% em relação ao primeiro semestre de 2006 e uma alta de 5% sobre as expectativas da e-bit para o período.
Segundo a consultoria, três fatores principais influenciaram o crescimento, entre eles a entrada de novos e-consumidores no mercado. O número de internautas que fizeram pelo menos uma compra na web já passa de 8 milhões, um milhão a mais que em dezembro de 2006. Ao longo do primeiro semestre, cerca de 19% dos e-consumidores efetuaram sua primeira compra na web.
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Também influenciaram os resultados o aumento da freqüência de compras por usuários mais experientes e a escolha de produtos com maior valor agregado. Apenas em maio desse ano, cerca de 11% das pessoas que participam da amostra do e-bit disseram ter feito mais de dez compras nos últimos seis meses.
A média do valor gasto nas lojas virtuais nos seis primeiros meses do ano ficou em 296 reais, 3% acima do registrado em 2006, mesmo com deflação de 1,92% no canal web, segundo o índice e-flation do Provar (Programa de Administração do Varejo da USP e o Canal Varejo).
O mês de faturamento mais alto no período foi maio - data em que se comemora o Dia das Mães -, que respondeu por 19% do faturamento do semestre e registrou 1,6 milhões de pedidos.
O índice de satisfação e-bit/PwC no semestre foi de 87,15% sendo um dos maiores desde sua criação em 2000.
A medição do e-bit é feita nas próprias lojas, após a conclusão da compra pelo usuário.
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