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Fundação questiona Apple e AT&T sobre baterias do iPhone, alegando que programa deveria ser divulgado antes do lançamento
Um grupo norte-americano de direitos do consumidor está atacando a Apple e a AT&T por taxas que clientes devem pagar pela substituição da bateria.
A Fundação para Consumidores e Pagadores de Taxas (do inglês, Foundation for Consumer and Taxpayer Rights) está questionando ambas as empresas pelos fato de as taxas pagas e a metodologia para o esquema de substituição de baterias não serem anunciadas antes do lançamento do produto.
A Apple publicou informações em seu site sobre o plano de substituição de baterias após o produto ter sido lançado. Os custos para usuários chegam a 79 dólares mais 6,95 dólares de frete.
O processo toma três dias e a Apple oferecerá uma unidade de empréstimo para que os usuários continuem a usar o iPhone durante a substituição.
O grupo reclama que a falta de informações deixou consumidores no escuro antes da compra do aparelho. A bateria do iPhone está soldada por dentro do aparelho e não pode ser trocada pelos usuários.
O grupo de defesa de direitos argumenta que, como o esquema de substituição não foi revelado por completo anteriormente, alguns clientes poderiam ter desistido caso soubessem dos detalhes.
Em um documento, o grupo observa que "notícias creditam à Apple a informação que a bateria do iPhone durará até 400 recargas".
Isto significa que o consumidor terá que pagar uma taxa dentro de 10 meses após comprar o gadget, alerta o grupo.
*Jonny Evans é editor do MacWorld, em Londres.
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