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IBM lança pacote de software gratuito para competir com Office da Microsoft

Por Techworld/Reino Unido
18-09-2007

Empresa busca novo empacotamento do sistema para aumentar sua participação de mercado, reduzindo a dominação da Microsoft

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Empresa busca novo empacotamento do sistema para aumentar sua participação de mercado, reduzindo a dominação da Microsoft

A IBM está prestes a oferecer um processador de texto gratuito, programas de planilha eletrônica e apresentações para tentar reverter a posição de dominância da Microsoft em suítes de ferramentas de escritório.

O movimento soa ambicioso, mas a Microsoft não parece estar tremendo de medo, por enquanto. O Lotus Symphony, como foi batizado, é somente uma nova forma de empacotar a suíte OpenOffice, que tem conquistado pouca participação de mercado desde que foi tirada da “custódia” da Sun há sete anos.

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A IBM diz que isso vai contribuir com o esforço de desenvolvimento de 35 programadores ao Symphony-cum-OpenOffice, em uma tentativa de aumentar o interesse pela suíte de software que pode seguir sua ancestral, a StarOffice, que já pertenceu a uma obscura companhia alemã, a Star. A IBM espera uma presença muito mais ampla no mercado corporativo.

“A companhia está contente em se unir à comunidade OpenOffice.org e está otimista que os recursos de tecnologia e engenharia da IBM vão contribuir para benefícios para os usuários e membros do OpenOffice em todo o mundo”, diz Mike Rhodin, da divisão de Lotus da IBM.

“Nós damos as boas-vindas às contribuições da IBM, mas consideramos igualmente importante o comprometimento futuro para empacotar e distribuir novos trabalhos com tecnologia OpenOffice.org, que usem suporte do padrão ISO ODF”, afirma John McCreesh da OpenOffice.

Em 1995, a IBM pagou 3,5 bilhões de dólares à organização pelo desenvolvimento do Lotus, incrementado com a suíte de aplicações de escritório, somente para aqueles programas que saiam do mapa estratégico, já que o foco eram as vendas de sistemas de colaboração, Lotus Notes – em uma mudança promovida pelo chefe de arquitetura de software Ray Ozzie.


John E. Dunn, editor do Techworld, de Londres


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