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Pesquisadores da Escola de Medicina e Reabilitação da Universidade de Keio desenvolveram um sistema que permite que pacientes de desordens motoras interajam no metaverso Second Life por meio de leitura de pensamentos.
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Na demonstração prática no site da entidade, vídeos mostram estudantes interagindo na rede social por meio de uma bandana posicionada em suas cabeças.
Segundo a faculdade, o sistema chamado de EEG usa três eletrodos com um centímetro de diâmetro colados ao escalpo do paciente para registrar impulsos elétricos emitidos pelo cérebro que enviam ações de movimento a determinados músculos.
Eletrodos também são colados às extremidades do corpo do paciente, como mãos e pés, para que o algoritmo do sistema "exercite melhor a área motora" das regiões.
Para caminhar, explica o grupo de pesquisa, o paciente precisa pensar na alternância de movimento entre as pernas esquerda e direita. Virar-se dentro do Second Life é possível com o paciente pensando em movimentar o pescoço para a direção desejada.
A interação com o Second Life, de acordo com os pesquisadores, ajudará o sistema a se tornar mais sofisticado a ponto de permitir que pacientes com diversos tipos de desordens motoras usem a tecnologia para indicar direções em cadeiras de rodas no futuro.
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