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Em novembro, uma equipe brasileira inicia uma expedição na região Polar Sul, com um integrante especial: o robô Luma. O laboratório de controle da COPPE (Coordenação dos Programas de Pós-graduação de Engenharia), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), está adaptando a máquina para enfrentar temperaturas de até 20ºC negativos.
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O robô é um integrante essencial da equipe para coletar materiais em áreas com até 500 metros de profundidade. Com tecnologia 100% nacional, ele foi criado com recursos dez vezes menores dos estimados por pesquisadores estrangeiros.
O sistema de flutuação da máquina é composto por garrafas PET que, apesar de eficiente, não suportaria a pressão de profundidades extremas. Para tal, os professores estão trabalhando na troca dos flutuadores - o que envolverá mudanças na estrutura, além de cabos e câmeras para melhor mapeamento.
O Luma cuidará de coletar organismos em ambientes extremos, pois a equipe deseja analisar a diversidade da vida marinha desde a coluna d’água até os fundos marinhos.
A missão integra o Ano Polar Internacional, evento que reúne 63 países.
O material coletado irá integrar um guia de organismos existentes na baía e é um importante legado de pesquisa para as próximas gerações.
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