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Google responde carta de congressista republicano sobre privacidade

Por IDG News Service/EUA
26-12-2007

Joe Barton, do Texas, questionou como ficariam as práticas de privacidade da empresa após a aquisição da DoubleClick

O Google respondeu a um congressista republicano dos Estados Unidos uma série de questões sobre suas práticas de privacidade, defendendo a forma como a empresa usa os dados de seus clientes.

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Joe Barton, representante republicano do Estado do Texas, enviou uma carta ao presidente e Chief Executive Officer (CEO) do Google, Eric Schmidt, após grupos de privacidade levantarem questões sobre as implicações da aquisição de 3,1 bilhões de dólares da DoubleClick pelo Google.

Barton demonstrou, em uma carta, “preocupação sobre a potencial proteção ao consumidor e implicações de privacidade com a consolidação das duas empresas.”

Ele afirmou ainda acreditar que “a participação do Google com informações para nossa pesquisa sobre a proteção ao consumidor em meio à fusão de um mecanismo de busca online e uma empresa de anúncios direcionados ao comportamento do consumidor é vital para moldar políticas nacionais [de privacidade online].”

Em resposta às questões de Barton quanto às implicações de privacidade, o Google repetiu seus apelos para o Congresso para criar uma lei nacional que levaria a um “nível uniforme de privacidade.”

“As preocupações quanto a privacidade online não podem ser resolvidas por apenas uma empresa”, afirmou Alan Davidson, líder de políticas públicas de privacidade do Google, nos Estados Unidos, em uma carta. “Ambas as tecnologias, junto às melhores práticas de proteção à privacidade, estão mudando rapidamente. Nós encorajamos, então, que você e sua equipe façam estas questões a outros provedores de serviços online.”

Barton havia pedido que o Google respondesse a sua carta antes do dia 18 de dezembro, quando a Comissão Federal de Comércio (FTC) dos Estados Unidos completaria sua avaliação das implicações antitruste da fusão. A resposta do Google chegou um dia após a FTC aprovar a aquisição da DoubleClick.


Grant Gross, editor do IDG News Service, de Washington


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