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E-commerce cresce 40% em 2007 e soma R$ 6,2 bi, segundo e-bit
Número de pedidos feitos online em 2007 chegou a 20,4 milhões, 5,6 milhões a mais do que em 2006, afirma o 17º WebShoppers.
Em 2007, o comércio eletrônico registrou 40% de crescimento em comparação a 2006, somando 6,2 bilhões de reais. Os números fazem parte do 17º relatório WebShoppers, divulgado nesta terça-feira (11/03), pela consultoria e-bit.
A quantidade total de pedidos feita pela web no ano passado chegou a 20,4 milhões, cerca de 5,6 milhões de pedidos a mais do que os registrados no ano anterior. Segundo o levantamento, em 2007, 9,5 milhões de brasileiros compraram online ao menos uma vez.
O valor médio (tíquete médio) das compras no período foi de 302 reais, pouco abaixo dos 308 reais registrados no período natalino.
A estimativa da e-bit para o faturamento no primeiro semestre de 2008 é de 3,8 bilhões de reais, 45% a mais que no mesmo período de 2007, no qual o e-commerce atingiu 2,6 bilhões de reais.
A pesquisa também aponta que o número de consumidores online saltará para 10,5 milhões no primeiro semestre de 2008, contra os 8,1 milhões neste período em 2007.
A categoria que mais vendeu no ano passado foi Livros e Assinaturas de Revistas e Jornais, com 17% do total. A seguir vêm Informática (12%), Eletrônicos (9%), Saúde e Beleza (8%) e Telefonia Celular (7%).
A compra de Roupas e Acessórios ainda não é sucesso entre os internautas: apenas 11% dos consumidores online compraram produtos de vestuário no último semestre de 2007.
No Natal, os produtos da categoria Informática foram os mais buscados (15%), seguidos pelos Eletrônicos (6,5%), Eletrodomésticos (6,2%) e Telefonia (5,5%).
Busca na web
O estudo da e-bit revela que 43% dos usuários pesquisam ou compram imóveis pela web. O site mais consultado é o Imovelweb, com 42% do total das buscas.
A consultoria aposta no sucesso de vendas de eletrônicos - como MP3 players e TVs LCD e de Plasma - e artigos de informática no primeiro semestre de 2008.
Os usuários que compram pela web, segundo a e-bit, conhecem apenas as medidas de segurança mais tradicionais, como o uso de senhas (92%), certificados digitais (86%) e firewalls (82%).
A recomendação de um amigo ou comentários de outros usuários são fator relevante para 42% dos compradores se sentirem seguros em transações online.
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