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A luta contra o Napster, promovida por grandes gravadoras e pela Recording Industry Association of America (RIAA) é o maior desastre da indústria fonográfica, segundo a lista “20 Biggest Record Company Screw-Ups of All Time”, da revista Blender.
De acordo com a lista, ao recusar um acordo bilionário com o criador do Napster, a associação não só perdeu dinheiro como não atingiu seu objetivo: eliminar os usuários do software e o acesso a redes P2P, até então distante dos usuários.
O quinto lugar da lista indica a proximidade das redes P2P dos apaixonados por música. O processo iniciado pela RIAA contra a usuária norte-americana Jamie Thomas, condenada a pagar 220 mil dólares por roubar e distribuir 24 músicas pela web, foi o quinto maior desastre musical, segundo a Blender.
A nona posição foi ocupada pela gravadora Sony/BMG que, em 2005, incluiu em seus CDs o software XPC, que atua de forma parecida com um rootkit. Uma semana após o escândalo, surgiu o primeiro malware que se aproveitava da proteção “DRM-rootkit” da Sony.
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