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A receita global com chips WiMax deve totalizar cerca de 480 milhões de dólares neste ano, graças ao desenvolvimento de um maior número de infra-estruturas que suportam a tecnologia de conexão sem fio, segundo a IDC. O número deve chegar 1,2 bilhão de dólares em 2012.
Com a expectativa de lançamento dos notebooks com a plataforma Montevina da Intel – que terão suporte embarcado a WiMax – no segundo trimestre, a venda de equipamentos baseados na tecnologia deve crescer, de acordo com a IDC.
Sucessor do Wi-Fi, o WiMax é uma nova tecnologia de comunicação sem fio com raio de cobertura de 80 km e maior velocidade.
“O WiMAx evolui do padrão terrestre para o móvel ao longo dos últimos anos, e mais evoluções devem ser esperadas para os próximos meses”, disse Flint Pulskamp, gerente de programa da IDC Wireless Semiconductors.
Pulskamp acrescentou que o próximo ano vai revelar mais sobre a aceitação do WiMax pelos usuários. “Com tecnologias concorrentes resolvendo questões de desempenho, será um período crítico para o futuro do WiMax”, disse ele.
Se a demanda pela tecnologia aumentar, os fabricantes poderão desenvolver economia de escala e permitir a integração do padrão com uma variedade de produtos como câmeras, tocadores de mídia e telefones móveis, disse a IDC.
Embora acredite no potencial do WiMax, a IDC aponta alguns desafios no seu desenvolvimento, como confiabilidade e consumo de energia do chipset.
O custo é outra questão importante, embora o volume possa resolver esse aspecto, acredita a IDC.
Estes desafios devem ser vencidos para que a tecnologia possa decolar, defende a IDC. “Se os resultados iniciais forem promissores, então podemos esperar algumas mudanças significativas na base dos fornecedores e na cadeia de suprimento”, disse Pulskamp.
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