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O tema virtualização remete a maioria das pessoas, principalmente, a servidores. Segundo a IDC, o mercado de virtualização de servidores receberá investimentos de 52 milhões de dólares apenas na América Latina em 2011. Apesar disso, a "virtualização de desktops" poderá superar em tamanho o mercado de virtualização de servidores. Pelo menos é o que acredita o vice-presidente sênior e diretor de marketing da Citrix, Wes Wasson.
Segundo o executivo, o número de desktops é muito superior do que o de servidores. "Por isso eu acredito que a virtualização de desktops terá uma adesão muito grande em três anos", aposta.
Um dos fatores que mais motiva as empresas para isso é a governanca de TI e a necessidade de estar em conformidade com as regras. "Isso é especialmente comum nas verticais de finanças e de saúde", indica.
Além disso, de acordo com Wasson, as empresas querem não só reduzir seu custo total de controle e propriedade, como também mudar o estilo de trabalho, permitindo que os funcionarios fiquem em casa trabalhando. "Até mesmo para não terem que recrutar pessoas baseadas na região em que a empresa está", acrescenta.
A Citrix defende que o investimento inicial em um projeto de virtualização de desktops é 25% maior do em desktops tradicionais, mas que em um ano os custos de propriedade (TCO) caem 40%.
"Um desktop tradicional gera um TCO de 5 mil dólares em um ano, por exemplo. Em um projeto de virtualização, há uma economia de 1 mil dólares por ano", afirma Ashley Stirrup, vice-presidente do grupo de marketing da divisão de entrega de sistemas da Citrix.
* A repórter viajou a Santa Clara, EUA, a convite da Citrix.
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