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A primeira guerra não foi devidamente emocionante: de um lado, a gigante do setor arrastou a startup inovadora e pioneira e sedimentou sua atual posição.
Na segunda, o fantasma da startup derrotada ressurge apoiada pela comunidade e, em um ritmo devagar, toma quase um quinto da participação do dominador.
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Na terceira, a gigante ganha um competidor à altura: com o lançamento nesta terça-feira (02/09) do Chrome, o Google se coloca como principal rival da Microsoft em um setor onde a desenvolvedora nunca teve um competidor que realmente pudesse desbancá-la da liderança entre os navegadores.
Após o vazamento de uma revista em quadrinhos explicativa nesta segunda-feira (01/09), o Google foi forçado a adiantar o anúncio do Chrome, navegador de código aberto produzido totalmente dentro do buscador.
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O anúncio do Google dá início à terceira guerra dos navegadores após duas "disputas" onde a Microsoft levou vantagem com sobras frente a competidores que não tinham nem a receita nem a infra-estrutura da gigante de software responsável pelo sistema Windows e pelo pacote Office.
Quanto ao Netscape, posso afirmar como usuário da versões 2,3 e 4, que a Netscape perdeu mercado graças a incompetência dela mesma, pois a partir da versão 4 o browser ficou super pesado, além da mudança para um visual pouco atraente.
A Microsoft só aproveitou a oportunidade evoluindo o seu browser ao longo do tempo.
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