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A falta de competidores no setor fez com que a Microsoft demorasse seis anos entre o lançamento da sexta e da sétima versão, o que deu espaço para que a então Fundação Mozilla reformulasse o código do Netscape e acrescentasse funções ainda não popularizadas entre software de navegação.
Apoiada por sua comunidade, responsável por processos que vão do desenvolvimento de ferramentas à divulgação informal com adesivos e anúncios de jornal, a Mozilla forçou a Microsoft a se movimentar novamente
A mistura entre ferramentas novamente inovadoras, como a "barra sensacional", a recuperação de abas ou a integração de buscas à interface do programa, fez com que o Firefox atingisse quase 20% do setor de navegador, segundo a NetApplications, fatia majoritariamente roubada do Internet Explorer.
Antes do anúncio do Google, o setor se encaminhava para mais um capítulo da segunda guerra, deflagrada em outubro de 2006.
Após o lançamento com bastante visibilidade do Firefox 3, com direito a recorde no Guinness World of Records, a Microsoft dava uma prévia do que seria o Internet Explorer 8 em sua segunda versão beta.
Com a oficialização do Chrome, a Microsoft ganha, pela primeira vez, um rival do seu tamanho que pode ameaçar sua dominação no mercado de navegadores.
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Quanto ao Netscape, posso afirmar como usuário da versões 2,3 e 4, que a Netscape perdeu mercado graças a incompetência dela mesma, pois a partir da versão 4 o browser ficou super pesado, além da mudança para um visual pouco atraente.
A Microsoft só aproveitou a oportunidade evoluindo o seu browser ao longo do tempo.
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