[ Reportagens ]
Memória
Antes de mais nada, descubra quais tipos de memória são compatíveis com o chipset do notebook. Depois, pergunte qual a capacidade deste componente que o equipamento suporta.
Se sua nova memória for perfeita, o desempenho de sua máquina será bastante otimizado.
Caso contrário - ou seja, menos de 100% de compatibilidade -, pode acontecer o efeito inverso: perda de performance do notebook.
Disco rígido
É preciso checar o chipset, o tamanho físico da unidade de disco e se o barebone é compatível.
O barebone é a plataforma composta pelo sistema de ventilação, fonte de energia pré-instalada no case do sistema e a placa-mãe.
Caso o novo HD não seja totalmente compatível, ele pode, a princípio, não se encaixar no barebone. “Além disso, ele irá operar em uma velocidade diferente e travar as aplicações em uso”, explica Gonçalves.
O maior risco da incompatibilidade é a perda das informações devido a danificação em sua parte física.
Processador
Saber a compatibilidade com o chipset e a velocidade máxima suportada é o primeiro passo. Depois, verifique o formato do soquete e a temperatura que ele suporta.
O processador muitas vezes fica em locais de difícil acesso no notebook - como embaixo do teclado. Segundo o gerente, “às vezes é fácil fazer a troca, mas caso contrário, a pessoa pode não conseguir montar o equipamento de novo.”
Sem um sistema de ventilação adequado, pode ainda ocorrer um problema térmico.
“Notebooks muito pequenos usam processadores ‘ultra low voltage’, e um componente tradicional vai funcionar, mas a máquina ficará mais lenta - pois, pra compensar a térmica, ele trabalha em velocidade mais baixa pra não danificar o equipamento”, diz Gonçalves.
A opinião do executivo sobre o upgrade deste componente é de que “não vale a pena correr o risco.”
Placas Gráficas
O especialista explica as possibilidades de disposição destes componentes. “No caso da placa gráfica que chamamos de ‘discreta’, você tem duas opções: uma em que ela vem soldada na placa-mãe e outra em que há um encaixe”, expõe o especialista.
No primeiro caso, não há o que fazer. Já se a placa gráfica estiver encaixada, “você cai no mesmo problema de compatibilidade dos outros componentes.”
Placa-mãe
“Para notebooks, não há placa-mãe para vender, assim como para os desktops”, afirma Gonçalves. Cada uma tem referências específicas em relação ao barebone.
De acordo com o gerente, esta é a troca mais complicada. “O usuário dificilmente irá encontrar este componente e, se ele acha, não terá 100% de garantia de compatibilidade.”
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