[ Reportagens ]
Os perigos da transferência de arquivos
Baixar música parece ser uma atividade inofensiva, já que o download pode acontecer em paralelo com o trabalho. No entanto, pode acarretar a uma redução de performance da rede em até 70%, conforme o volume de arquivos – além de questões jurídicas associadas à pirataria.
Kita conta que, após implementar a o monitoramento, o desempenho da rede aumentou em 100%. “Tínhamos funcionários que baixavam música e vídeo, e isso afetava muito o nosso link”, relata o executivo.
“Um banco, por exemplo, encontrou tráfego de iTunes durante o expediente que ocupava mais de 30% do link de 1 Mbps”, informa Osmar Correa, country manager da Allot Comunications do Brasil.
Para identificar os tipos de transferências de dados, há diversas soluções no mercado. A AC400, da Allot, rastreia o tráfego na camada sete da rede, a última camada segundo o modelo OSI, na qual é possível enxergar o aplicativo, e não apenas o endereço IP. O Websense Express detecta as assinaturas dos pacotes de dados e consegue identificar mais de 30 protocolos de transferência; em ambos os casos, é mais fácil identificar qual aplicativo está sendo utilizado.
Mensageiros instantâneos
A maior parte dos empresários não sabe como lidar com os mensageiros instantâneos. Kita, da NK Contabilidade, optou por liberar o MSN apenas para a área comercial, já que esta é uma ferramenta amplamente utilizada para contato com clientes e prospects e, por conseqüência, para fechamento de negócios.
“Em alguns casos, se houver três fornecedores online e não houver nenhum representante de sua empresa, você pode perder uma oportunidade”, observa Orácio Kuradomi, diretor da Micro Frequecy, que oferece soluções para monitoramento de sites, e-mail e mensagens instantâneas.
Ele cita ainda a importância deste tipo de software para comunicação interna, que pode facilitar a aprovação de compras e de contratos. Mas, por outro lado, a ferramenta permite manter o funcionário conectado, durante todo o expediente, a amigos.
Sua empresa fornece, para resolver esta questão, o sistema Uniconet, que permite um controle do MSN “com rédeas curtas”: é possível bloquear contatos, impedir a exibição de avatares e o envio de emoticoms e winks, além de desabilitar o recurso de transferência de arquivos. E não adianta o usuário apagar o histórico.
“Por isso, a recomendação é que os empregados criem um contato de MSN para ser usado somente na empresa. Também é importante disparar uma mensagem de aviso de que aquela conversa está sendo gravada assim que ela começar”. Outra solução é usar mensageiros corporativos como o Office Comunicator, da Microsoft, ou o Sametime, da IBM.
Ao adotar essas medidas, é quase certo que você saberá o que acontece na sua empresa, sem surpresas desagradáveis. “Percebemos uma maior dedicação das pessoas ao seu trabalho”, conclui Kita. Mas é preciso transparência. Não se esqueça que os funcionários têm o direito de saber que estão sendo monitorados.

Compartilhe:
- DEL.ICIO.US
- GOOGLE BOOKMARKS
- TECHNORATI
- NETVIBES
- DIGG
Uma correção importante: O Distribuidor dos produtos FACETIME no Brasil é a LATIN TECH, empresa do Grupo PERROTTI. (www.latintechnologies.com.br).
Att,
Desenvolvi um software para gerenciamento fácil e rápido, controla navegação, faz firewall, controle de banda, relatórios por usuários, etc...
Roda em Linux.
http://www.sudonet.com.br/dallo/controlnet.php
Entre em contato para uma demonstração.
Publicidade




