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Antivírus – Como testamos

03-04-2006
PCW/EUA

Confira a metodologia usada por PC WORLD no teste comparativo com 10 utilitários de combate a vírus

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Confira a metodologia usada por PC WORLD no teste comparativo com 10 utilitários de combate a vírus

Para avaliar o desempenho dos programas antivírus, a Av-Test empresa que trabalhou em parceria com PC WORLD,  realizou cinco testes. Primeiro, determinou se os produtos poderiam detectar 1.518 amostras de malware “in the wild” — uma lista publicada de vírus e outras ameaças identificadas pela WildList Organization como ativos, ou seja, em circulação pública.

Em segundo lugar, a Av-Test testou a capacidade de os programas detectarem ameaças não-WildList, usando sua própria coleção (ou zôo) de 136.250 programas backdoor, cavalos-de-tróia e bots (também conhecidos como zumbis). O zôo inclui malware ativo coletado de clientes, revistas de computador e honey pots, que são servidores conectados à internet configurados por pesquisadores para atrair malware. Tendo em vista que a WildList é publicada, fica desatualizada com freqüência e, intencionalmente, exclui ameaças que não se auto-replicam, como cavalos-de-tróia e software backdoor, o zôo malware da AV-Test complementa bem a WildList.

O terceiro teste consistiu na avaliação das capacidades heurísticas de cada produto. Para tanto, examinou quão bem versões dos programas liberadas um ou dois meses antes, que não tinham as últimas definições de vírus instaladas, reconheciam malware surgido depois. A AV-Test determinou a capacidade dos programas de detectar worms e software backdoor sem o benefício de atualizações de definições. Testar de worms e aplicativos backdoor era apropriado porque se tratavam de ameaças comuns e perigosas durante o período de teste, e vírus recém-chegados são difíceis de descobrir, de acordo com a empresa.

Em quarto lugar, a AV-Test examinou a capacidade de cada produto de remover 110 vírus de macro que atacam programas Microsoft Office. E, para terminar, compilou dados sobre o tempo médio de resposta ao ataque de cada empresa de software antivírus para 16 ataques durante oito meses em 2005 — um índice da rapidez com que a empresa implementa atualizações de definições depois que um novo malware é identificado.

Para completar o teste, PC WORLD cronometrou a velocidade com que diversos produtos realizaram varreduras de vírus sob demanda e avaliou a facilidade de uso e os recursos.


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