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Disposto a trocar sua TV por uma tela maior? Comprar um projetor pode ser uma boa pedida
A Copa do Mundo é sempre uma ótima desculpa para trocar o velho aparelho de TV por um equipamento mais novo – e maior, de preferência. Além dos televisores com tela de cristal líquido ou plasma, que estão fazendo a alegria dos lojistas e fabricantes de eletrônicos nesse período que antecede o mundial da Alemanha, há outro tipo de equipamento com potencial para ganhar lugar de destaque em sua sala: os projetores multimídia. Comuns nos espaços reservados a reuniões nas empresas, esses produtos vêm, há algum tempo, marcando presença também em home theaters.
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| Tabela completa de características dos projetores para home theater |
Para completar, os preços dos projetores estão bem mais atraentes. Quer ver só? Em 2003, você gastaria algo em torno de 8.500 reais para comprar um equipamento da Sony de 1.800 ANSI lumens. Um projetor atual da mesma marca, de 2.000 ANSI lumens, está na faixa de 4 mil reais. Comparado com uma TV de plasma da Philips de 42 polegadas, um projetor para uso doméstico sai pela metade do preço.
Convencido das vantagens dos projetores? PC WORLD confrontou quatro modelos: o ep9010 Instant Cinema, fabricado pela HP; o Play Big IN72, da InFocus; o Powerlite Home 20, oferecido pela Epson; e o VPL-ES3, da Sony. Feitas todas as contas, o equipamento que apresentou a melhor relação entre custo e benefício foi o ep9010 (foto acima). O produto da HP reinventa o conceito de projetor doméstico ao incorporar caixas de som com subwoofer e até um player de DVD. Tudo por um preço bem razoável – 4.999 reais. Além disso, foi o projetor que apresentou o melhor resultado geral nos testes de desempenho. Com essa combinação de atrativos, o ep9010 ficou com o título de Best Buy desta comparação.
O único ponto negativo do produto da HP é o fato de não ser nem leve nem compacto. Apesar de poder ser carregado e montado em qualquer lugar (tem até uma alça para transporte), o ep9010 pesa 10 quilos e mede 52,4 centímetros de largura por 32 de altura e 40 de profundidade.
Quem preferir um equipamento menor para integrar um projeto mais elaborado de áudio e vídeo pode considerar a compra do Play Big IN72 (ao lado). A solução da InFocus, de 5.796 reais, é tão especificamente dedicada a aplicações de vídeo que conta até com uma porta HDMI (High-Definition Multimedia Interface), usada, por exemplo, no equipamento HD-A1, da Toshiba, o primeiro player de HD-DVD do mercado, previsto para chegar ao Brasil até o final deste ano.
Se você tem a intenção de dividir o projetor entre a casa e o escritório, a solução pode estar nos modelos híbridos, que combinam recursos tanto para a projeção de filmes quanto para apresentações de negócios. Geralmente, os equipamentos para apresentações são desenvolvidos para operar em ambientes bem iluminados. Por conta disso, a potência e o brilho costumam ser bastante elevados. Além disso, como as apresentações são estáticas, os processadores de vídeo desses equipamentos não precisam ser muito sofisticados. Diferentemente, os modelos para home theater foram feitos para trabalhar a meia-luz ou mesmo na escuridão total, sendo capazes de produzir imagens com cores mais ricas e com maior contraste. Isso pode ser claramente observado nas potências do ep9010 (840 ANSI lumens) e do Play Big IN72 (900 ANSI lumens). Os modelos Powerlite Home 20 (acima), da Epson, e VPL-ES3, da Sony, mais alinhados na categoria dos projetores híbridos, apresentam 1.200 ANSI lumens e 2.000 ANSI lumens, respectivamente. O Powerlite Home 20, de 4.999 reais, despontou nos testes como a combinação mais afinada entre lazer e trabalho, uma vez que seu LCD possui resolução nativa na proporção 16:9 e apresenta potência bastante razoável para aplicações de negócios. Quem vai utilizar o projetor na escuridão deve ficar atento ao controle remoto que acompanha o equipamento. O produto da Sony e o da Epson não apresentam botões iluminados. A Epson contorna o problema com o uso de botões fosforescentes, que brilham no escuro se deixados sob uma luz forte por algumas horas. O problema é lembrar desse detalhe...
O VPL-ES3 (4.299 reais) (ao lado), da Sony, tem como pontos positivos a maior potência e o preço mais acessível, o que o torna uma opção interessante para apresentações. Pena que, durante os testes, a distribuição da luz por toda a tela não tenha sido muito uniforme.Compartilhe:
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