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Apesar da cansativa – e ainda sem previsão de final feliz – novela das licenças de terceira geração (3G) para telefonia móvel no Brasil, o acesso à web por meio de smartphones (celulares com sistema operacional) só tem uma tendência a seguir: crescer e crescer. No mundo, isso já acontece.
Estudos da consultoria Strategy Analytics apontam que até 2013 o número de assinantes de redes celulares de alta velocidade irá superar os que usam as tecnologias presentes na maioria dos telefones atuais, chamadas de 2G e 2,5G.
Além disso, a venda de smartphones deve superar a casa das 480 milhões de unidades dois anos antes.
Com a migração acelerada da web para os telefones, é questão de (pouco) tempo para que uma conhecida praga do mundo dos desktops também ganhe força nos telefones: os vírus.
Segundo a empresa de segurança F-Secure, nos últimos anos o número de pragas para dispositivos móveis saltou de 27 amostras, em 2004, para 362, em 2007, ainda muito longe do volume de ameaças para PC, com cerca de 200 novos malwares a cada dia.
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Tal como no micro de casa ou da empresa, ter a segurança do celular comprometida pode causar dores de cabeça ao proprietário ou mesmo à sua companhia. Para tentar evitar isso, as soluções são as mesmas adotadas nos PCs: bom senso, cautela e programas antivírus.
PC WORLD Test Center analisou três dos softwares antivírus mais conhecidos para plataformas móveis – leia-se sistemas operacionais Symbian e Windows Mobile.
O primeiro deles é adotado principalmente nos smartphones da Nokia. Já o segundo, empurrado pela força da gigante Microsoft, está avançando com ferocidade, tanto nos celulares quanto em micros de mão (Pocket PCs).
Em comum, todos foram bem fáceis de instalar e usar, além de possuir versões para as plataformas Symbian e Windows, embora interface e manuais, só em inglês.
As diferenças foram a quantidade de recursos e a velocidade de varredura. Quanto à verificação de ameaças, todos tiveram o mesmo desempenho, identificando as pragas usadas no teste.
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