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Esqueça o guia de ruas: adote um GPS
Com mapas atualizados, navegadores ajudam motoristas a encontrar o melhor caminho.
O sistema de localização por posicionamento global (GPS) existe desde a década de 1970. O projeto teve início em 1973 pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos e seu propósito era determinar a posição exata de aeronaves e navios militares, em qualquer circunstância climática. Ajudar no lançamento de mísseis e a localizar tropas terrestres em movimento foram outras necessidades que motivaram a criação do projeto.
Hoje, o sistema também está disponível para o uso civil, com grande nível de precisão. Para se ter uma idéia, a margem de erro é menor do que cinco metros. O sistema se desenvolveu e chega até nós por meio de pequenos aparelhos, que podem nos guiar pelas cidades e até mesmo em trilhas offroad, a pé ou de bicicleta.
E o melhor é que, para utilizar um navegador GPS, não há pagamento de mensalidade pelo satélite; os 25 satélites em órbita disponíveis para esse sistema têm suas freqüências liberadas pelo governo do EUA.
Os navegadores mais populares são os urbanos, que trazem mapas das cidades como se fossem guias eletrônicos, deixando para trás o velho guia de ruas em papel. Mas esses aparelhinhos vão além de traçar a rota.
O comando de voz indica cada rua em que o motorista deve virar, assim não é necessário olhar para o mapa ou se distrair no trânsito. Tudo é manejado pela tela, que é sensível ao toque.
Pusemos à prova oito navegadores desse tipo, seguindo um roteiro de ruas para testes. Os participantes foram os modelos C310, da 4 Rodas; T930 da Airis; T-Levo, da Elgin; nüvi 360m, da Garmin; Guia 4 Rodas, da Magnetti Marelli; A660, da Mobimax; GP 4010, da Semp Toshiba Info; e o CarTrip 100, oferecido pela Stetsom.
Confira, na edição de março da PC World (já nas bancas de jornal ou na Banca IDG), as principais características de cada um destes equipamentos e qual foi o GPS merecedor do selo Best Buy.
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