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Com a popularização das redes sem fio, é muito difícil encontrar um notebook que não tenha acesso à tecnologia Wi-Fi integrado. E não só laptops, mas smartphones e outros gadgets estão cada vez mais integrados a esse recurso. Para aproveitar essa facilidade é necessário, no mínimo, um access point.
Na maioria dos casos, o roteador Wi-Fi é usado para tal função. Mas antes de adquirir um vale saber um pouco mais sobre a tecnologia wireless e seus padrões. O padrão de rede sem fio leva o nome de 802.11 e possui três categorias já homologadas.
O 802.11a, que chega a uma velocidade de 54 Mbps (megabits por segundo); o 802.11b, que, apesar da seqüência das letras, acabou sendo desenvolvido primeiro, alcança velocidade de 11 Mbps; e, finalmente, o padrão 802.11g, que alcança os 54 Mbps, a mesma velocidade do padrão a, entretanto, com capacidade de alcance bem maior, com teóricos 100 metros em campo aberto. Com a chegada do padrão 802.11g, os anteriores ficaram obsoletos.
Apesar de o formato estar normatizado e bem estável, há uma ressalva quanto a montar uma rede sem fios dentro de uma empresa com essa tecnologia: a velocidade.
Para acessar a internet é ótimo, mas para compartilhar arquivos dentro de uma rede é lento demais. O tráfego de muitos computadores ao mesmo tempo acaba sendo inviável. Para se ter uma idéia, uma rede cabeada tem, hoje em dia, no mínimo, 100 Mbps.
Para solucionar a questão e abandonar os fios, a indústria trabalha em um novo patamar para o protocolo Wi-Fi desde 2006, que leva o nome de 802.11n. Nesta versão, a velocidade alcançada é de até 300 Mbps. Apesar de não ter sido homologado ainda, já é possível projetar uma rede wireless com esses roteadores.
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E além do protocolo 802.11G que permite até 54mbps, tem o Super G ( extended range ) que se propõe levar até 108mbps. Mas o futuro do wi-fi deve ser mesmo pelo 802.11N (MIMO).
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